Trilha sonora de novela de internet

16 06 2008

Quem freqüenta a homepage da UOL, já viu nos últimos dias a chamada para a série Lisa e Mina. Com o mote de “garotas procuram garotos”, a novela para internet, dirigida por Hélio Ishii e produzida pelo Núcleo Virgulino já acumulas milhares de pageviews no Youtube, no Videolog do Uol e no site oficial.

Mas, além do formato inovador, da história, das atrizes, enfim, da parte cênica do negócio, um aspecto chama muito a atenção: a trilha sonora. E a dona da voz das canções dos – pelo menos – 20 primeiros capítulos é a cantora nipo-america-brasileira, Haikaa Yamamoto.

Nunca ouviu falar? Então não sabe o que está perdendo.

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Quase saindo do forno

16 06 2008

Na próxima quarta-feira, 18 de junho, depois de amanhã, o público d’O Teatro Mágico finalmente conhecerá o segundo álbum do grupo: Segundo Ato.

O lançamento do cd será feito de um jeito bem diferente. O pessoal do Teatro irá de metrô da estação Vila Madalena até a estação Consolação. Na Av. Paulista, o novo cd será vendido nas calçadas e nos sinais por R$5. Depois, um sarau será realizado no vão do Masp.

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Mallu Magalhães, a garota prodígio de 15 anos

16 06 2008

Uma voz suave, músicas em inglês meio no estilo folk de Jonnhy Cash, elogios de Tom Zé e participação no aguardado CD de Marcelo Camelo. Se o currículo já é respeitoso, imagina só se falarmos que a menina em questão toca violão, gaita, piano, escaleta, cria moda, desenha e pinta e tem somente 15 anos de idade.

Pois é, motivos não faltam para a cantora Mallu Magalhães ter acontecido. Fenômeno da internet (e da música) brasileira, a menina já lota shows nas capitais brasileiras, acumula críticas de revistas especializadas, caiu nas graças da MTV, acaba de fazer a trilha sonora do desfiles da grife Maria Bonita Extra no Fashion Rion e assina a música de uma campanha da Vivo.

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Do sertão: Nhambuzim

15 06 2008

“Nhambu canta até hoje, avisando o povo que a noite está para chegar. Que já é hora de largar o trabalho. Que já é hora de descansar, hora de festa, hora de cantoria. Tem gente que chama de nambu, inhambu. Nós o chamamos de nhambuzim”
(extraído de www.nhambuzim.com)

Estava eu em mais uma das minhas andanças para o documentário sobre universo musical de Guimarães Rosa quando o canto se enlaçou em meus ouvidos. Era uma noite fria de junho. E o Instituto de Estudos Brasileiros estava vazio. Mas, o pássaro feito em gente teimava em solfejar as histórias de um reino nem tão distante. Feito de sequidão de clima, porém riqueza de cultura. Feito de poesia, porém verdade.
Feito de genialidade rosiana. Continue lendo »





Na falta de um, vieram 5!

6 06 2008

Nome a banda ainda não tem. No currículo não consta nenhum show. Desde que foi concebida no final de 2007, sóforam alguns ensaios. Mesmo assim, o grupo de pop rock, liderado pela vocalista Talita Simon, atraiu 5 candidatos para a vaga de guitarrista da banda.

Para meus ouvidos leigos (e um pouco hiperbólicos), esse fato soou como uma notícia incrível. Mas, nem é tão novidade assim. Fazer testes para escolha de novos integrantes é uma prática comum também nas bandas em início de carreira.

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As Rainhas do Samba

2 06 2008

Oito mulheres em surpreendente sintonia formam um grupo que vem ganhando público e atenção na cidade de São Paulo. A banda chamada “Samba de Rainha”, que está há mais de 4 anos no circuito, começou como muitas, de maneira casual. No início era uma roda de samba entre amigas, mas conforme o talento foi se tornando evidente e o potencial inegável, cresceu também o anseio delas por se tornarem cada vez mais profissionais. E assim o fizeram, estas destemidas mulheres. Em dezembro de 2004 lançaram, em um mercado tradicionalmente masculino, o primeiro CD “Isto é samba de rainha”, produzido de maneira independente. Confiantes em seu som próprio, já neste álbum apresentaram ao mercado dez músicas inéditas de autoria delas mesmas.

 

Nos anos subseqüentes viriam a se apresentar em notórios redutos dos amantes de samba, como a quadra da Rosas de Ouro, do Traço de União, Bar Brahma, Teatro da Galeria Olido e Boteco Bohemia. Além disso o grupo já abriu shows de ícones como Leci Brandão e Marcelo D2 e se apresentou na Virada Cultural paulistana em 2007 e 2008.

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Funk made in Japan

15 05 2008

Três apresentações, poucos fãs de carteirinha, muitos curiosos e simpatia para dar e vender. Assim foi a passagem da funkeira japonesa Tigarah pelo Brasil, mais precisamente por São Paulo, onde ela fez três shows no Sesc Paulista em maio.

Bem pouco conhecida no Brasil, Tigarah é famosa mesmo sem ter lançado um único CD: sua fama vem do MySpace, a rede social que promove músicos mundo afora. Continue lendo »